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quinta-feira, 8 de abril de 2010

A última poesia

  A última poesia...



Ao sonhar com o amor, sempre soube que ele era a solução, era uma das chaves da felicidade, era o inicio de uma longa historia, sempre acreditei no amor de verdade, na historia de um inicio encantador com o mais singelo conto de amor, onde a primeira poesia era o inicio de tantas, onde o primeiro beijo marcava um caminho de muita saudade, de muita alegria; mas nunca imaginei que poderia haver uma ultima poesia.


Eu me pergunto como o amor pode acabar, como algo tão sólido e impenetrável pode sumir, sem deixar rastros apenas cicatrizes, como alguém pode não amar depois de descobri-lo, como alguém pode incutir esperança sabendo que ela não existe, nessas horas nos faz pensar se vale a pena dar o seu melhor, seja 5 meses, 3 anos ou 30, não importa o tempo, o que importa foram os segundos, lembranças de uma historia sem fim, de um beijo inesquecível, de palavras que se congelariam no tempo, de um nome que jamais será esquecido, de um sol que nunca mais será o mesmo, uma dor que vai para sempre mora no coração, de uma dor que...... O amor esqueceu-se de dizer que existia.


Assim chegam meus últimos versos, sem coragem, sem vontade, porem, com uma dor que jamais falei, nunca imaginamos em deixar de amar, talvez porque nunca deixaremos, afinal jamais será esquecido, todos nós temos um grande amor, viva cada segundo do seu amor como se fosse o primeiro, não pense no ultimo dia, apenas faça com que ele não exista.



(Thiago Freitas de Souza)

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